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A estátua que conta histórias

Eu queria poder dizer que o conheci. Queria poder mostrar a todos a foto que tirei ao lado dele. Queria poder dizer que ele foi simpático e atencioso comigo. Queria poder dizer que conheci o grande capitão do mundo. Mas os rumos da vida não permitiram. Levo no peito a sensação eterna de um sonho que morreu assim que Fernandão nos deixou.
Essa estátua representa mais do que só o momento mais marcante da história do Internacional. Ela exala paixão e muita devoção. Representa o espírito e a força de um clube, de uma torcida e de um jogador. Ela conta história, desperta emoção e me faz refletir naquilo que sou, ou melhor, escolhi ser.

E a camisa 3 vira história...

A vida é feita de momentos que se tornam inesquecíveis depois de lembrados tantas e tantas vezes. No mundo do futebol é difícil não encontrar momentos em que o coração parou, acelerou ou se fez doer em lágrimas. Esse esporte reúne todos os sentimentos possíveis a um ser humano e só depois que passamos por determinadas coisas pelo escudo amado, que aprendemos que existem outros sentimentos não-nomeados que permeiam o mundo do ser torcedor. 
Uma vez me disseram que jogadores vêm e vão, que não se deve gostar demais deles. Discordo da forma mais sentimental possível.

Insuficiência à flor da pele

Foi sofrido e decepcionante como tem sido. Foi difícil e sobretudo, insuficiente. Não jogamos futebol, fizemos apenas o que estava a nosso alcance, ou seja, não fizemos muito. O torcedor foi ao Beira-Rio, apoiou o jogo inteiro, merece a vitória como nenhum outro. O choro da torcedora no fim da partida só demonstra o quanto era pesado o fardo que carregamos. Nos últimos quatro anos, nós sofremos demais.

Choroso e sofrido

Os questionamentos começam quando um zagueiro entra no jogo para marcar, não seu adversário, mas sim um gol. Percebemos os problemas quando um defensor sai de trás para executar a função dos atacantes. E assustador se torna quando o zagueiro que marca o golaço se chama Paulão.

O apequenado colorado

O jogo contra o São Paulo só enfatizou a tese dos quatro anos - jogamos um futebol que não condiz com a grandeza do clube. Durante todo esse tempo o time se apequenou, comemorou empates, engrandeceu adversários e não se elevou ao nível a que pertence. Perdemos o brilho de "campeão de tudo" durante algum jogo que poderíamos ter vencido, mas não colocamos toda a vontade suficiente para assim fazer. A esperança começa a brotar no gramado do Beira-Rio, afinal, 2015 está logo alí. 

"O preço que se paga às vezes é alto demais"

Humberto Gessinger, vocalista do Engenheiros do Hawaii - que inclusive é gremista -  cantava que "o preço que se paga às vezes é alto demais", na música "O Preço". E essa frase descreve como nenhuma outra o meu sentimento após a derrota no grenal - mas não pensem que quem paga o preço é Abel ou Luigi. Quem paga o preço somos nós.

Eleições - dando adeus à quatro anos inglórios

Foram quatro longos anos de desastres que mancharam o imponente apelido de "Campeão de Tudo". Derrotas, eliminações, acomodação, humilhações e injustiças - são essas as palavras que definem a Era Luigi. Desde 2010 tivemos no comando do nosso amado clube um presidente omisso, pulso fraco e ignorante, alguém que nem de longe aparenta ao menos simpatia com o manto sagrado do Internacional. A verdadeira derrota do Inter nesses dois biênios foram fora de campo e o responsável por isso foi o cara que está por trás da Chapa 1 que quer eleger Marcelo Medeiros. Desculpem, mas eu quero mudança.

Príncipe da Vila

O mérito não foi de Abel - se dependesse de suas substituições, o Inter teria perdido na Vila como de costume. Mas o colorado foi salvo pela individualidade - Aránguiz reencontrou seu futebol de alto nível em Santos e quebrou o tabu que existia entre o Inter e seu adversário. Pela primeira vez o colorado vence na Vila Belmiro e pela primeira vez não perde por causa das substituições de Abel.

Decepção constante

Aos os mais crentes e esperançosos eu digo, sejam (não tão) bem vindos à realidade. Em entrevista na tarde de ontem, Nilmar alertou: "Temos que ser realistas, a responsabilidade é nossa". E de fato é. Porém o Inter segue com sua irresponsabilidade que coloca tudo a perder, como esperado. E a junção de desastres faz com que as consequências apareçam - estamos fora do G-4 e com sério risco de ficar bem longe da Libertadores, mais uma vez.

Desastres previsíveis

Há dias atrás, escutando o programa "Esporte e Cia" da Rádio Gaúcha, enviei um tweet que foi lido ao vivo com os seguintes dizeres: @rafaelcolling@gomesraphael É super provável que o Inter perca a chance de aproximar do líder mais ainda, com já fez varias vezes. — Jéssica Loures (@Jessica_Loures) 18 outubro 2014 E é nessa hora, em que o último suspiro de esperança se vai, segundos antes do árbitro apitar o fim do jogo, é que penso que estava certa, não por querer provar o meu pensamento, mas por entender que a Era que vivemos infelizmente ainda não acabou. A Era a que costumo me referir é a "Era Luigi" que possui como slogan "Desastres previsíveis". Não foi questão de palpite e sim, costume.

O time que mudou a minha vida

Olá, Colorados!

É com grande alegria e satisfação que hoje compartilho com vocês esse novo projeto. "Guria da Gerais" foi um apelido carinhoso que ganhei de uma grande amiga do sul e me inspirou a realizar essa mudança. Foram quatro anos de história do "Inter & Nilmar - 2 Paixões" e tenho muito orgulho de ter construído tudo isso. Como tudo tende a crescer, a mudança era necessária e fiquei muito feliz pelo apoio que recebi de todos os colorados. Gostaria de agradecê-los pelos quatro anos juntos e dizer que o blog tem cara nova, mas o velho fanatismo em palavras continua. Para quem já me conhece e conhece a minha história, seja bem vindo (a) novamente. Para quem ainda não me conhece, convido a ler a minha história e compartilhar comigo essa nova etapa.

Vexame

Abel sacramentou a destruição do Internacional. No sentido mais duro da palavra, confesso. Wianey escalaria o Inter de forma mais coerente. Abel não entende de futebol, é o que deduzi. Celso Roth abriu uma escola para treinadores e Abel aprendeu todas as lições de como ser retranqueiro, covarde e perdedor. Ou então Abel resolveu que não quer ser campeão brasileiro com o Inter. O pior de tudo nem foram os 5x0, mas a reestreia de Nilmar no meio de tanta bagunça defensiva e ofensiva. O camisa sete foi exposto a sua nova realidade: "Aqui não jogamos, nos acomodamos". Um vexame em Santa Catarina que explica sem muitas linhas o motivo pelo qual perdi a motivação de escrever jogo a jogo - repetição cansa.

Nós viemos aqui para ver um gol do Nilmar

O sol invadia meu quarto enquanto eu levantava com uma preguiça fora do normal. Olhei as horas, eram dez e tanta. Fui ler meus e-mails. No facebook, pessoas comentando sobre a volta de Nilmar. Esfreguei os olhos e achei que estava delirando de sono. Dei uma busca rápida nos sites que costumo ler notícias e em apenas um deles havia algo relacionado a negociação de Nilmar com o Inter. Na notícia lia-se "Inter acerta a contratação de Nilmar". Eu ainda acho que estou sonhando.

Alívio imediato

A volta de Muriel às goleiras talvez marcasse uma retomada do Inter, depois de absurdas derrotas e perdas de pontos causados por atuações de um nível assustador. Longe de meu pai botafoguense e longe do meu amado gigante à beira do Guaíba, assisti ao belo gol de Alex e senti o mesmo que o camisa 12 sentiu - um alívio imediato.

Condição

Nenhuma das campanhas da CBF fizeram efeito - faixas contra o racismo, banners de "somos iguais" - nada disso foi suficiente. Foi preciso uma decisão da justiça para começar o real combate a algo tão inadmissível quanto o racismo. A punição - severa, porém precisa - quem sofre é o clube que desde sua fundação carrega o sangue azul mais racista da história - o Grêmio. Grêmio esse que imita sons de macaco. Grêmio esse que no início de sua história não aceitava jogadores negros em seu elenco. Grêmio esse que devido ao desespero causado pelo jejum de títulos, tem uma torcida que não grita "é campeão" e sim "macaco". O que restou aos torcedores tricolores foram as ofensas ao adversários.

Clássico Fernandão

Tentei adiar, tentei não me pronunciar sobre. Quando recebi a notícia da morte de Fernandão, meu mundo caiu. Escrevi muitas linhas sem sentido e resolvi me silenciar perante a essa dor. Assisti a todas as homenagens com o coração chorando, mas nunca encontrei palavras para descrever o que sentia. No jogo entre Goiás e Inter eu sabia que tinha que falar, dizer ao menos que eu "sentia muito" - como os que não sentem dizem. Só que eu não sinto esse "sinto muito" de quem não sente nada, eu sinto um vazio que não será tão cedo preenchido. Sinto que minha vida perdeu um pouco do brilho. Tinha certeza que em algum dia eu abraçaria Fernandão e o agradeceria por tudo que fez pelo Inter, pelos colorados e por mim. Mas esse sonho se foi com ele para o céu e aqui permaneço silenciada pela perda que inexplicável se tornou.

Desgraçadamente terrível

Estressante. Assim defino a atuação do Inter esta noite. Perdemos, não apenas pela quantidade exacerbada de passes errados, não apenas pela defesa inútil que colocamos dentro de campo partida após partida, não apenas pela arbitragem desastrosa - perdemos, antes de tudo, para nós mesmos - mesmo sendo mandante, o Inter não conseguiu se impôr, levou pressão como se jogasse no Castelão.

Nove minutos

Tempo curtíssimo - dado como o início da partida, onde os times ainda estão se conhecendo e analisando os espaços onde podem jogar. Mas no jogo entre Corinthians e Internacional, os fatos não são corriqueiros - assim como um pênalti claríssimo não marcado na decisão de um campeonato. Em apenas nove minutos, os paulistas decidiram o jogo e venceram a primeira partida no "seu" estádio. E o Inter? Bem, o Inter segue em oitavo lugar, colocação em que parece ter se fixado.

Parabéns, Nilmar!

Hoje o dia é dele! Parabéns pelos 30 anos, ídolo! Que Deus lhe abençoe, seja sempre esse guerreiro e essa inspiração para todos nós!

Visite nossa página no Facebook e dê os parabéns para Nilmar! Clique aqui.

Com muito orgulho, com muita dor

Os brasileiros tão patriotas gritam das arquibancadas que é com muito orgulho e com muito amor que vestem a camisa da seleção canarinho. Mas gostar de futebol é um martírio atrelado à felicidade instantânea que nem sempre perdura. O choro que se ouviu no Mineirão nos faz pensar em induzir o esquecimento.

A falta de ousadia incomoda

Levando em consideração os fatores prejudiciais - jogo fora de casa e número elevado de desfalques - o empate seria de bom tamanho. Mas o Inter, com uma surpreendente postura, dominou completamente a partida contra o Fluminense e poderia ter saído de Macaé levando três pontos para casa. O semblante de Abel Braga ao sair de campo pareceu tranquilo e muito satisfeito. O meu já não parece tanto.
O Inter se impôs dentro de campo de forma disciplinada e principalmente tranquila, o que facilitou a troca de passes entre o meio campo colorado, resultando em um gol de competência absoluta de Alan Patrick e Jorge Henrique.

Levamos o empate em jogada de impedimento tricolor, sem dúvidas. O jogo permaneceu controlado pelo Inter durante o segundo tempo e mesmo com boas jogadas e chances de gol o placar não se alterou. Nas costas de Fabrício, como de praxe, o Fluminense achou espaços, mas era barrado pela marcação colorada - principalmente de Juan que definitivamente não deixou Walter jogar.

Alan …

Virada com pé direito

Costumo dizer, entre outras coisas que já estão acostumados a ler, que o Inter é o tipo de time que acha a solução após tomar um gol do adversário - isto muda a perspectiva colorada em todos seus ângulos e os jogadores finalmente acordam e percebem que o jogo é no Beira-Rio, com um bom público e uma torcida imensamente linda cantando atrás do gol que não pode assistir a uma derrota. O resultado, não tão clássico como um gol de perna direita de D'alessandro, nos dá direito a mais três pontinhos na tabela.
Digno seria se o colorado abrisse o placar no primeiro tempo quando pressionou o furacão ainda que não de forma eficiente - os constantes impedimentos de Rafael Moura e os balões que não tiveram fim atrapalharam a conduta do jogo a favor do Inter e mesmo com boa parte da posse de bola, o placar se encaminhou zerado para o vestiário. 
Alan Patrick, tão mal no primeiro tempo resolveu também acordar junto com o time após o gol que Ernando deixou Marcos fazer. Simples, porém nada que…

Primeiros dois pontos perdidos

O cenário inicial apontava uma vitória sem esforço: o Inter entraria no Maracanã e com os gols de Rafael Moura levaria 3 pontos para Porto Alegre. Só que o Inter é tão imprevisível quanto previsível e os erros que tanto lamentamos se repetiram. O colorado de 2013, por mais que contrariem, não desapareceu. Com total superioridade e vencendo com um bom placar, o Inter entregou o jogo ao Botafogo na segunda etapa e volta para Porto Alegre sentindo o peso de um ponto com gosto de derrota.
A velocidade de Valdívia incomodou o alvinegro por toda primeira etapa e a supremacia colorada perante o Botafogo ficou clara nos dois gols que Rafael Moura marcou - o primeiro com belíssimo passe de Aránguiz e o segundo com bela jogada de Valdívia. O Inter manteve a posse de bola e jogava nos espaços que o adversário dava ao tentar criar - tínhamos a vitória nas mãos.
Mancini e Abel modificaram seus times - um acertou e o outro cometeu um erro mortal. Assim que Dida falhou, o Botafogo cresceu. A torcid…

O Inter precisa se bastar

O campeonato nacional deste ano começou, e o Inter, após vencer o estadual - muito bem conquistado por sinal - se volta para o mais-que-possível tetracampeonato brasileiro que, de primeira, já digo que não passará pelos pés de Rafael Moura, Willians e acomodações em geral. Com o pé direito o colorado iniciou a competição vencendo em casa - nada-nem-quase-lotada - o visitante baiano, Vitória.
De um primeiro tempo agitado a um segundo tempo de bagunça tática e acomodação alá 2013 (peguei pesado?), o Inter construiu uma vitória nos minutos iniciais e marcou apenas um gol (o que achei pouco).
Satisfação me invade ao saber que, Abel, com toda sua postura de técnico, é justo ao avaliar a equipe neste sábado - disse que "o time todo esteve mal" e todos sabemos que não é mentira. O Inter sentiu falta de Gilberto na lateral, mas também repetiu uma acomodação após o gol marcado que não nos traz boas lembranças.
Na primeira etapa, o colorado esteve melhor, atacando de forma mais organ…

Um fascínio chamado grenal

Grenal 401 que diz implicitamente o placar da peleia. Embora nada há de começar como se deva, o Inter de Abel Braga renasce em mais uma goleada histórica. O heroísmo de D’alessandro, de Alex ou de Abel não se mede nem que as gargantas explodam em alegria ao cantar "minha camisa vermelha" atrás do gol. Os motivos, todos encontrados no sorriso de nosso capitão, transfigura o que chamo de rivalidade, aumentando nosso orgulho de ser dono do sul, cada vez mais.
Pintado de vermelho é o Centenário e sua esperança rubra. De longe, os gritos servem como aviso de uma clássica permanência de ideais, todos pregados pela torcida colorada. Sob aviso, os gremistas entraram em campo, fardados de defesas da imprensa. Mas, do que adiantam palavras e argumentos que não medem forças com o peso de uma camisa? Sirvam nossas façanhas de modelo a tu, gremista, que jamais aprenderá.
De um jogo inicialmente azul a uma goleada surpreendentemente vermelha. Somos, há quem discorde, guerreiros permanen…

Os exageros do GreNAL nosso de cada dia

Clássico 399. Detalhadamente o maior clássico do país, onde a rivalidade tem vida própria e nada a supera. Cheiro de grama molhada e sol invadem o gramado, formando um belo cenário de... Não, pera ai. O clássico 399 detalhadamente não foi assim. Foi morno, quase gelado, contrastou com o calor do país nas últimas semanas. Não teve nada que me fizesse começar o texto de forma poética, como sempre gosto de fazer, afinal, grenal é paixão do torcedor gaúcho (salve uma mineira com coração gaúcho nos campos das vertentes. Quem não entender digita tudo isso no Google Earth e entenderá).
Bom, costumeiro não seria se não houvesse algo pra discutir de forma ferrenha após o jogo. Mas teve, ao menos uma coisa teve. Mas, comecemos do começo. O pleonasmo aqui colocado foi proposital pois meu texto não pode ser assim tão vago quanto o grenal que assisti. 
Pulemos a parte onde nosso rival (assim chamado me parece uma hipérbole) estava melhor no jogo, praticamente o primeiro tempo inteiro onde o time …

Primeiros passos

Olá pessoal, o blog está de volta com suas atividades pós jogos normalmente, após um início de ano com o pé dos guris do sub-23. O colorado jogou ontem contra o Cruzeiro-RS, estreiando em 2014 o time que será provalvelmente o titular. 
A primeira alegria é ver Abel Braga de volta à casamata e a segunda alegria é sentir o comando dele se espalhar na mentalidade dos jogadores. Mas, vamos começar a entender a frase dele que foi dita no meio da semana, aquela coisa de sempre que "estadual não é parâmetro para o Brasileirão". Verdades sejam ditas, pelo menos nosso atual treinador não vai se contentar se ganhar apenas o gauchão.
O Inter jogou bem e o destaques foram para D'alessandro, Aránguiz e Alex. O meio de campo colorado funcionou em plena sintonia - Alex jogou como esperávamos que jogasse quando foi contratado, mas o que uma pré-temporada com Abel Braga não faz? Aránguiz se mostrou um volante interessado em ser mais que um simples volante e sabemos o quanto isso é posit…

Nilmar deixa o Al Rayyan, acerta com El Jaish e diz que quer ficar no Catar

Nilmar vai permanecer no Catar. O jogador anunciou na noite de quinta-feira sua transferência para o El Jaish, onde ficará por dois anos e meio. Em comunicado em seu site oficial, o brasileiro afirmou que está feliz no país asiático e que prefere permanecer lá do que ir para a Europa ou voltar para a América do Sul.
- No momento, estou pensando em começar a treinar com meu novo clube e ajudar o El Jaish dentro das competições locais e estrangeiras. Eu e minha família estamos muito felizes por viver no Catar, e preferimos ficar aqui do que ir para a Europa ou mesmo para a América do Sul – escreveu Nilmar.
Nilmar estava no Al Rayyan, também do Catar, com quem tinha contrato até junho de 2016. Entretanto, ele não vivia um bom momento no clube, o que fez o São Paulo ter esperanças de contratá-lo – o clube cogitou até mesmo envolver o meia Jadson na negociação.
Fonte:GE
O Inter, clube que revelou o atacante, não se pronunciou a respeito da situação. Nilmar, desde de sua saída do clube gaúc…

Eu lembro da primeira vez que chorei pelo Inter

Eu lembro da primeira vez que chorei pelo Inter. Final da Copa do Brasil e o Corinthians levando o título de campeão. Isso em 2009. Acho que nunca tinha tido uma sensação tão estranha na vida – uma mescla de tristeza com questionamentos. Eu me questionava sobre ficar triste por ver meu time perder um título – me perguntava onde estava o sentido de tudo aquilo que, sinceramente, nunca consegui explicar.
Depois daquele jogo, fui me deitar, coloquei a cabeça no travesseiro e fiquei revendo os lances que ficaram gravados na minha memória. Ali estava eu remoendo as situações, buscando o motivo de não estar feliz. Lágrimas caíam, coração apertava, doía, tudo era cinza. Eu tinha perdido uma alegria e por meio disso, comecei a entender o que era realmente amar um time de futebol.
Quando se trata de futebol, nada é assim, demais. Choro, sorriso, alegria, tristeza – tudo ultrapassa limites. E você só tem certeza de que ama de verdade e que defenderá o escudo pro resto da vida quando passa pelo…