segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Os exageros do GreNAL nosso de cada dia

Coloco essa foto porque é melhor que uma do Fabrício.
(Ricardo Duarte / Agência RBS)
Clássico 399. Detalhadamente o maior clássico do país, onde a rivalidade tem vida própria e nada a supera. Cheiro de grama molhada e sol invadem o gramado, formando um belo cenário de... Não, pera ai. O clássico 399 detalhadamente não foi assim. Foi morno, quase gelado, contrastou com o calor do país nas últimas semanas. Não teve nada que me fizesse começar o texto de forma poética, como sempre gosto de fazer, afinal, grenal é paixão do torcedor gaúcho (salve uma mineira com coração gaúcho nos campos das vertentes. Quem não entender digita tudo isso no Google Earth e entenderá).

Bom, costumeiro não seria se não houvesse algo pra discutir de forma ferrenha após o jogo. Mas teve, ao menos uma coisa teve. Mas, comecemos do começo. O pleonasmo aqui colocado foi proposital pois meu texto não pode ser assim tão vago quanto o grenal que assisti. 

Pulemos a parte onde nosso rival (assim chamado me parece uma hipérbole) estava melhor no jogo, praticamente o primeiro tempo inteiro onde o time do Inter foi engolido pela marcação gremista que adiantada impedia o colorado de articular jogadas, forçando assim aos jogadores a darem chutões e fazer lançamentos que irritaram cada nervo que tenho no corpo.

O fato é o que Inter enfrentou um time relativamente mais forte (outra hipérbole, vai anotando) e demonstrou os mesmíssimos problemas do ano anterior, assim como uma mentalidade de engrandecer um placar com um tento apenas a favor, isso ainda no começo do segundo tempo. 

Pulemos também a parte em que o Fabrício marcou o gol porque sinceramente, ver esse lateral esquerdo (hipérbole again) marcar um gol em grenal, de certa forma eu ter que comemorar isso e depois ver ele levando dribles e mais dribles porque não é jogador de futebol, me cansa. Aliás, já tinha dito que são dois rostos que eu não suporto mais ver, o dele e o do Muriel. Ah, o Muriel! Sua pseudo-função é a maior das hipérboles.

O segundo tempo veio com uma ofensidade maior do Inter - porém o domínio da etapa final não acendeu a chama da maturidade necessária para o colorado finalmente aprender a matar o jogo. Levamos o empate e SIM, AINDA TEM COLORADO QUE ACREDITA QUE O MURIEL É UM GRANDE GOLEIRO. VOCÊS SÃO GRANDES TORCEDORES! (Isso foi sarcasmo normal mesmo).

Tanto falo de hipérboles sem ao menos dar a todos uma explicação do caso. Bom, pênaltis para o grêmio são pleonasmos em grenais. Quem ousa dizer que o gol do grêmio saiu de uma bola na mão? Vai por mim, existe enorme diferença entre "Mão na Bola" e "Bola na Mão". Mas, fiquem com Batista e Vuaden, grandes personagens do grenal 399 - cada um com suas idiotices.

O real engrandecimento aqui está em achar que o Inter mudará drasticamente. E essa é a grande hipérbole. Alguns erros foram claramente repetidos e não vimos alguém que foi capaz de aniquilá-los com algumas táticas. Injeção de verdade pessoal, temos muito chão pela frente. O segundo passo foi dado, ou melhor, meio passo. 

Pra quem não entendeu, procura no dicionário o significado de "Hipérbole". Gremistas simplesmente amam essa palavra.

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