quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Algumas questões

As incertezas rodeiam o Beira-Rio, e quem há de descordar do fato? A postura do time no empate com o Atlético-GO dentro de casa, provou isso.

Os desfalques no time atrapalham no bom entrosamento da equipe. Em um jogo, há uma escalação, em outro, um time totalmente diferente. Oscar, Juan, Bollati, Guiñazú e Zé Roberto. Praticamente metade do time do Inter não está jogando, por motivo de convocações e contusões. Se eles fazem falta? É só observar os últimos jogos do colorado e obterás a resposta.

Temos problemas, e muitos deles, não estão sendo resolvidos. Um deles, que me intriga bastante, é o isolamento total de Damião. Não acho nem um pouco produtivo. Todos abominamos 3 volantes em um time, mas mesmo assim, técnicos atrás de técnicos utilizam do esquema 4-5-1 para jogar. No time do Inter hoje, esse esquema é inaceitável. Mas vai falar para o Interino/Efetivado, Loss. A contratação de Jô não foi vista com bons olhos pelos colorados. Entrou no 2º tempo do jogo de domingo, e nada fez. Espero que ele esteje mesmo sem ritmo de jogo. Se não, passará a ser mais um Alecsandro em nossas vidas.

Como torcedores colorados, amantes de um time vitorioso e cheio de glórias, a situação é difícil. Não sei se por morar fora do Rio Grande, o sentimento é pior. Mas, devemos deixar de ser pessimistas e dizer que é impossível vencer o Brasileirão (ou Robalheirão!). No 2º turno teremos o time completo, que vimos em algumas partidas neste ano. O time no esquema 4-4-2, que tanto amamos.

Andei pensando na Copa do Mundo e como estará nosso Gigante da Beira-Rio no ano de 2014. Temos que nos orgulhar de nosso time, de nossa história e de nossa casa. Nós, torcedores fanáticos, somos os pilares que sustentam o Sport Club Internacional. Pensem, sem nós, dirigentes e presidentes não são nada, nada mesmo. Podemos discordar de tudo que acontece por trás dos rostos simpáticos deles, mas devemos estar do lado de nosso time, da nossa paixão.

Não que esteje sendo muito sentimentalista perante os problemas que temos. Acredito apenas que, com o amor que possuímos dentro de nós, podemos resolvê-los. Não é só de tática e técnica que se joga futebol. O psicológico conta muito. Nossos jogadores parecem estar menos motivados depois do Gauchão histórico deste ano. Cantando "Minha Camisa Vermelha" com mais intusiasmo, podemos ajudá-los a recuperar a essência de um jogador do tamanho do Internacional.

São muitas questões, e poucas soluções apresentadas até o momento. Mas como canta minha banda preferida, a 30 Seconds To Mars, "Leva um tempo" ♫.

Que venha Fluminense, Cruzeiro e os outros. Eu estarei aqui, com minha camisa vermelha, que nunca deixarei de amar.

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