quarta-feira, 28 de setembro de 2016

"35, acabou, não tem mais jogo"

Talvez esse seja seu objetivo: perder | Foto: Jeremias Werneck
Um time que entra em campo para perder é um time sem esperança, sem objetivo, que segue o lema "dos males, o menor". No caso do Inter, o menor mal é ser eliminado da Copa do Brasil - sua verdadeira batalha está em escapar do rebaixamento. Mas porque não usar a competição de mata a mata para aumentar o ânimo do elenco ou dar sequência para o time titular? 

Celso Roth é covarde. Covarde pois sabe muito bem qual é o time titular do Internacional. Sabe e entende como o Inter deve proceder em campo para conseguir uma vitória. É impossível que não esteja claro para o treinador que Fabinho é de uma inabilidade interminável e que Arthur é uma farsa em forma de jogador de futebol. 

Na Vila Belmiro, o Inter foi um misto de balões, falhas individuais e ausência de marcação. Mas ainda assim, um time que poderia ter empatado a partida. O colorado conseguiu chegar ao gol do Santos e finalizava mesmo que com chutes a distância. No 2º tempo, levou dois gols, diminuiu com Seijas e poderia ter igualado o placar se não fosse a necessidade instantânea de Roth em amontoar volantes. 

O time está cansado de perder. Um empate em Santos elevaria, mesmo que pouco, a autoestima dos jogadores e isso significaria uma equipe mais aguerrida para o jogo decisivo contra o Figueirense. 

Mas Celso Roth não pensa desta forma. Pensa que aos 35' do 2º tempo o jogo já terminou. "Tão ignorante minha forma de pensar! Sempre acreditei que o jogo é encerrado aos 45', mais os acréscimos".

Não conheço cada um dos meus leitores e não sei como foram ensinados a pensar. Mas um time deve lutar até o último minuto por uma vitória, principalmente quando estiver em uma situação tão delicada como a do Internacional. E o treinador deve incentivar a equipe a buscar um bom resultado até que o juiz apite o fim da partida. É algo lógico, não é discurso.

"35, acabou, não tem mais jogo". Sabem o motivo pelo qual o Inter não ganha? Simples.

Porque seu treinador não quer ganhar.

4 comentários:

  1. Bom dia! Quando em 2014 estive por aqui, escrevendo que apoiar eleição dos atuais gestores era tiro em nosso próprio pé, minhas posições foram desdenhadas. Avisei aonde iriam nos levar. Espero que passado esse tempo tenhas enxergado o equívoco!
    Ainda tenho esperança que fiquemos na A, mas é meu lado passional e apaixonado que tem essa esperança. O racional não estou deixando pensar, para não atrair negatividade!!! Abraço

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  2. Bom dia! Quando em 2014 estive por aqui, escrevendo que apoiar eleição dos atuais gestores era tiro em nosso próprio pé, minhas posições foram desdenhadas. Avisei aonde iriam nos levar. Espero que passado esse tempo tenhas enxergado o equívoco!
    Ainda tenho esperança que fiquemos na A, mas é meu lado passional e apaixonado que tem essa esperança. O racional não estou deixando pensar, para não atrair negatividade!!! Abraço

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  3. Olá, Lucia. Ledo engano o meu em acreditar que Píffero seria um bom presidente. Pensei no passado, como muitos de nós. Espero que escapemos dessa situação.

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  4. eu que queria ele, achando que arrumaria a defesa, já perdia a paciência com ele no primeiro jogo. Achei que ele pudesse ter evoluído, mas ao contrário, piorou. Os bons jogadores foram execrados, e o ruins continuam no time. Em comparação com Argel Roth é uma bosta....oremos;

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