domingo, 6 de outubro de 2013

Enfim, vitória!

Foto: Alexandre Lops / Divulgação Inter
Neste domingo, o Inter reencontrou com a vitória e com a torcida de Caxias do Sul. O Centenário foi palco também do reencontro de Leandro Damião com o caminho do gol. Ainda com a cara de Dunga, o Inter bateu o Fluminense e conseguiu sair da sequência de derrotas humilhantes que vinha sofrendo.

Muito se falou no trabalho de Dunga, D'alessandro inclusive dedicou a vitória de hoje ao ex-comandante. Até aceito o fato do vestiário ter aderido à ideia de Dunga, mas o fato é que o próprio não treinou o time durante o ano inteiro, raros foram os jogos em que o Inter atuou de forma sólida e convincente. Na vitória de hoje eu vi dedo de Clemer sim, mas também percebi que os jogadores se dedicaram mais, como o próprio Leandro Damião. Seria pelo fato de Dunga ter saído?

Bom, o jogo contou com a entrega colorada frente ao espelho de sua desorganização: o time carioca é tão mal treinado quanto o do Inter. Mas conseguimos ser superiores. Levamos algumas investidas do Fluminense, porém atacamos muito mais e com mais qualidade. O gol só chegou na segunda etapa, lavando a alma do time, da torcida e do próprio Leandro Damião que sentia jogo a jogo sua insuficiência como centroavante. 

A torcida do Inter cantou durante toda a partida, apoiando e, mesmo com a sequência de resultados ruins, lotou o estádio que será nossa casa até o Beira-Rio ficar pronto. 

Em nove meses de trabalho, Dunga não conseguiu treinar o time do Inter. Os jogadores se acostumaram com a passividade de seu treinador e os resultados nunca eram positivos. Dunga sai deixando uma equipe destreinada e acomodada, como a cara de nossa direção. Neste domingo, Clemer assumiu o time interinamente e com altas chances de ser efetivado, pois, se depender da preguiça de Luiggi, queimaremos mais um ídolo. Só que não queremos que isso aconteça. Se Abel é projeção para 2014, tragam qualquer treinador experiente para ficar até o fim do campeonato.

Precisamos nos focar na Copa do Brasil para salvar o ano e, consequentemente, o ano que vem. Clemer não pode ser efetivado, é um risco tremendo. Mas, gostei de ver sua postura na casamata - foi um treinador participativo, jogou junto com o time, demonstrou suas insatisfações, orientou os jogadores e não sentou um só minuto. Para mim, treinador tem que ser assim.

Não se esqueçam: quem comanda o Inter é tudo, menos colorado.

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