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Clássico Fernandão

Ele está vivo em nossas memórias | Foto: Reprodução/Sportv Tentei adiar, tentei não me pronunciar sobre. Quando recebi a notícia da morte de Fernandão, meu mundo caiu. Escrevi muitas linhas sem sentido e resolvi me silenciar perante a essa dor. Assisti a todas as homenagens com o coração chorando, mas nunca encontrei palavras para descrever o que sentia. No jogo entre Goiás e Inter eu sabia que tinha que falar, dizer ao menos que eu "sentia muito" - como os que não sentem dizem. Só que eu não sinto esse "sinto muito" de quem não sente nada, eu sinto um vazio que não será tão cedo preenchido. Sinto que minha vida perdeu um pouco do brilho. Tinha certeza que em algum dia eu abraçaria Fernandão e o agradeceria por tudo que fez pelo Inter, pelos colorados e por mim. Mas esse sonho se foi com ele para o céu e aqui permaneço silenciada pela perda que inexplicável se tornou.

Desgraçadamente terrível

Um time com a cara de seu "zagueiro" Foto: Bruno Alencastro / Agência RBS Estressante. Assim defino a atuação do Inter esta noite. Perdemos, não apenas pela quantidade exacerbada de passes errados, não apenas pela defesa inútil que colocamos dentro de campo partida após partida, não apenas pela arbitragem desastrosa - perdemos, antes de tudo, para nós mesmos - mesmo sendo mandante, o Inter não conseguiu se impôr, levou pressão como se jogasse no Castelão.

Nove minutos

"Merecíamos pelo menos o empate", lamenta D'ale Foto:  Leandro Martins/Folhapress Tempo curtíssimo - dado como o início da partida, onde os times ainda estão se conhecendo e analisando os espaços onde podem jogar. Mas no jogo entre Corinthians e Internacional, os fatos não são corriqueiros - assim como um pênalti claríssimo não marcado na decisão de um campeonato. Em apenas nove minutos, os paulistas decidiram o jogo e venceram a primeira partida no "seu" estádio. E o Inter? Bem, o Inter segue em oitavo lugar, colocação em que parece ter se fixado.

Parabéns, Nilmar!

Hoje o dia é dele! Parabéns pelos 30 anos, ídolo! Que Deus lhe abençoe, seja sempre esse guerreiro e essa inspiração para todos nós! Visite nossa página no Facebook e dê os parabéns para Nilmar! Clique aqui .

Com muito orgulho, com muita dor

Não há descrição |  Foto: Jefferson Bernardes/VipComm Os brasileiros tão patriotas gritam das arquibancadas que é com muito orgulho e com muito amor que vestem a camisa da seleção canarinho. Mas gostar de futebol é um martírio atrelado à felicidade instantânea que nem sempre perdura. O choro que se ouviu no Mineirão nos faz pensar em induzir o esquecimento.

A falta de ousadia incomoda

A dupla do gol providencial | Foto: Ricardo Ayres (ZH) Levando em consideração os fatores prejudiciais - jogo fora de casa e número elevado de desfalques - o empate seria de bom tamanho. Mas o Inter, com uma surpreendente postura, dominou completamente a partida contra o Fluminense e poderia ter saído de Macaé levando três pontos para casa. O semblante de Abel Braga ao sair de campo pareceu tranquilo e muito satisfeito. O meu já não parece tanto. O Inter se impôs dentro de campo de forma disciplinada e principalmente tranquila, o que facilitou a troca de passes entre o meio campo colorado, resultando em um gol de competência absoluta de Alan Patrick e Jorge Henrique. Levamos o empate em jogada de impedimento tricolor, sem dúvidas. O jogo permaneceu controlado pelo Inter durante o segundo tempo e mesmo com boas jogadas e chances de gol o placar não se alterou. Nas costas de Fabrício, como de praxe, o Fluminense achou espaços, mas era barrado pela marcação colorada - principal...

Virada com pé direito

A maestria de Andrés D'alessandro: incontestável Foto: Fernando Gomes | Agência RBS Costumo dizer, entre outras coisas que já estão acostumados a ler, que o Inter é o tipo de time que acha a solução após tomar um gol do adversário - isto muda a perspectiva colorada em todos seus ângulos e os jogadores finalmente acordam e percebem que o jogo é no Beira-Rio, com um bom público e uma torcida imensamente linda cantando atrás do gol que não pode assistir a uma derrota. O resultado, não tão clássico como um gol de perna direita de D'alessandro, nos dá direito a mais três pontinhos na tabela. Digno seria se o colorado abrisse o placar no primeiro tempo quando pressionou o furacão ainda que não de forma eficiente - os constantes impedimentos de Rafael Moura e os balões que não tiveram fim atrapalharam a conduta do jogo a favor do Inter e mesmo com boa parte da posse de bola, o placar se encaminhou zerado para o vestiário.  Alan Patrick, tão mal no primeiro tempo resolveu...

Primeiros dois pontos perdidos

Valdívia foi o destaque da partida | Foto: Alexandre Lops O cenário inicial apontava uma vitória sem esforço: o Inter entraria no Maracanã e com os gols de Rafael Moura levaria 3 pontos para Porto Alegre. Só que o Inter é tão imprevisível quanto previsível e os erros que tanto lamentamos se repetiram. O colorado de 2013, por mais que contrariem, não desapareceu. Com total superioridade e vencendo com um bom placar, o Inter entregou o jogo ao Botafogo na segunda etapa e volta para Porto Alegre sentindo o peso de um ponto com gosto de derrota. A velocidade de Valdívia incomodou o alvinegro por toda primeira etapa e a supremacia colorada perante o Botafogo ficou clara nos dois gols que Rafael Moura marcou - o primeiro com belíssimo passe de Aránguiz e o segundo com bela jogada de Valdívia. O Inter manteve a posse de bola e jogava nos espaços que o adversário dava ao tentar criar - tínhamos a vitória nas mãos. Mancini e Abel modificaram seus times - um acertou e o outro comete...