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Eliminado e aplaudido

O Inter recebeu o Grêmio na noite dessa quarta-feira e protagonizou no Beira-Rio o melhor jogo do ano até aqui. Técnica e qualidade não foram bem os destaques da partida, mas sim a entrega dos jogadores em busca da vitória. É certo que não foi um grenal com grande público, mas ainda sim um grenal para não esquecer que “não tá morto quem peleia”.

Eu te amei

A gente tinha uma história de muito orgulho. Fomos campeões de tudo que nos era possível, fomos ao topo do mundo e nos mantivemos nele durante muito tempo. Construímos nossas conquistas pouco a pouco e nos tornamos uma potência em futebol no país. O campeão de tudo, o clube do povo. O amor da vida de muita gente.

Um time morto sem alternativas

Foto: Ricardo Duarte O torcedor colorado é um torcedor esperançoso, que sempre acredita no time e faz seu papel fora de campo com maestria. Mas o Inter é sempre aquele time que tem uma lição a ser feita dentro de casa e nunca atende às expectativas. O jogo de hoje era claramente uma dessas situações em que o torcedor lota o estádio, apoia incondicionalmente 90 minutos e sai decepcionado.

Guto, o irresponsável - Parte 2

O treinador de um esquema só | Foto: Ricardo Duarte O jogo desse sábado evidenciou muitos problemas que enfrentaremos em 2018 caso algumas mudanças não sejam feitas antes ou logo no início da próxima temporada. O Inter têm carências de grupo, visíveis a cada partida em que um jogador titular não atua. O time perde qualidade, fica desorganizado e o treinador parece não ter uma solução diante das ausências e das adversidades em campo.

Sofrimento desnecessário

Estamos quase lá. | Foto: Ricardo Duarte O jogo começou arrasador. O Inter tinha o domínio da partida e trocava passes com extrema facilidade no campo de defesa do Criciúma. Chegou a marcar dois gols em 15 minutos, mostrando a eficiente mecânica de jogo com Dourado, Edenílson e Damião no time. Após o gol de Cuesta, o Inter apagou, deixando espaços para que o Criciúma fizesse seu jogo. 

Apático, para não dizer outra coisa

O time de Guto não rendeu. | Foto: Ricardo Duarte Olá pessoal! Quanto tempo, não é mesmo? Peço desculpas pelo sumiço, mas muita coisa aconteceu desde junho e tive pouco tempo para me dedicar diante de tantas mudanças. Me formei em jornalismo, mudei de casa, comecei a trabalhar na minha área, ou seja, muita coisa! Mas vamos ao que interessa. Nosso Inter. Escalado de forma mista para jogar com um adversário que não treinou para nos enfrentar, o Inter não chegou a entrar em campo como um time de futebol. Quem viu o jogo pode concordar em peso a respeito da falta de produção no jogo de hoje - ninguém trabalhou na partida.

O Internacional do signo de gêmeos

O Inter contra o Juventude foi apático. | Foto: Ricardo Duarte Eu não sei se tu acredita em astrologia, mas eu tenho lá minhas crenças. Segundo o perfil do signo de gêmeos que achei no site Terra, "estabilidade é uma palavra que não faz parte de seu dicionário. São como os ilusionistas, movem-se e mudam de ideia e opinião junto com tudo na vida". 

Nunca subestime um gigante

Lomba: símbolo de raça em campo. | Foto: Ricardo Duarte Vocês já reparam que nunca somos os favoritos em confrontos com o Corinthians? É como se a vitória dos paulistas fosse habitual, algo que sempre segue um padrão, sem muitas surpresas. E diante da maior rivalidade interestadual do país, o Inter sempre oferece em campo o melhor que lhe é possível, mesmo com os contratempos de lesões e ausências de jogadores importantes, como foi o caso da quarta fase da Copa do Brasil.

O Inter foi no mínimo espetacular

Um empate com gosto de vitória. | Foto: Ricardo Duarte O clima no Beira-Rio estava propício para uma bela vitória e o Inter estava escalado da melhor forma que encontramos até agora para chamar de 'time titular'. O adversário era o Corinthians, nosso maior rival fora do estado, o que aumentou a importância da partida e alimentou ainda mais essa rivalidade que tem história.

E se eu te contasse que o Zago não tem tanto poder assim?

Não é ele que escala o Paulão. |  A minha paciência com técnicos errantes é mínima. Com técnicos insistentes em esquemas e jogadores que não dão certo então, é quase invisível. No jogo de ontem contra o São José-RS, ficou mais claro que a luz do dia que Antônio Carlos Zago não pode comandar o time do Internacional. Não é somente porque ele escala errado ou foge do óbvio. É porque ele não tem tanto poder de decisão quanto imaginamos. 

Quem não vê o óbvio não é confiável

Insiste demais com os ruins. | Foto: Bruno Alencastro Eu espero do fundo do meu coração que vocês não tenham se iludido com a taça que o capitão levantou ontem. É maravilhoso vê-lo levantando o caneco novamente, mas não foi bem um momento para se orgulhar. O Inter jogou mal, muito mal. Venceu porque nosso goleiro é diferenciado. Se não fosse por isso, nada reluziria.

Lição de casa

Vitória com casa cheia. | Foto: Ricardo Duarte O Inter não faz uma boa campanha no estadual. Joga o mínimo do mínimo, sem muito destaque. Mas o jogo de hoje foi um pouco destoante porque era tudo ou nada. Ou vencia ou a classificação ficava mais distante. Mas o colorado conseguiu fazer sua lição de casa em um Beira-Rio com grande presença feminina. 

Quantas chances são o suficiente?

Bom futebol está em falta. | Foto: Ricardo Duarte O Inter entrou em campo com um time reserva, bem desentrosado (o que é normal), contra um time de pequena expressão que já estava praticamente eliminado da Copa do Brasil. Seijas foi escalado como titular, dando esperanças para o torcedor colorado de que hoje ele jogaria e mostraria seu verdadeiro futebol. Só que ele já mostrou e poucos viram.

Um time entrosado empolga a torcida

Brenner é o nome dele! | Foto: Ricardo Duarte Quando a gente passa anos sem uma dupla de ataque que preste, a gente se deslumbra com qualquer um que faz um golzinho suado. Mas o Brenner e o Nico estão dando certo demais. Aquele certo que procuramos faz um tempo, aquele certo que traz a esperança de grandes vitórias. Como disse no texto anterior, o Inter tem encaminhado um grande time para a temporada e a tendência é que esse grupo se entrose cada vez mais. 

Nós somos a beleza do estádio

A beleza e alegria da mulher no estádio | Foto: Inter É encantadoramente lindo ver o estádio cheio de mulheres demonstrando sua devoção por um clube de futebol, algo que antigamente era a tal “coisa de homem”. Hoje, é coisa de homem, é coisa de mulher e é coisa de criança também. O que nos une é o vermelho e branco de uma camisa que temos muito orgulho de vestir. 

Um legítimo GreNal

Um time unido em uma Arena silenciada. | Foto: Ricardo D. Eu voltei, meus queridos! Depois de merecidas férias, estou descansada e pronta para voltar à ativa aqui no blog. Esse ano espero inovar em algumas coisas por aqui e vou contar com vocês em mais essa etapa. Mas vamos ao que interessa, o Inter! O GreNal de hoje era muito esperado por nós colorados devido a volta de D'alessandro ao Internacional. O legítimo homem grenal abrilhantou mais um vez o maior clássico do país que perdeu um pouco de sua magia no ano em que o argentino esteve defendendo o River Plate. Por isso, no clássico 412, a disputa se manteve até o último minuto, como deve ser.

A série B exige mais amor

O Inter é um sentimento. Há semanas atrás eu ainda me encontrava em um estado de esperança irremediável. Os dias iam passando lentamente e algo em mim enfraquecia. Não sabia discernir crença de realidade e acabei enfrentando o duro pensamento de que dessa vez não haveria escapatória. Depois do acidente com a Chapecoense, não pensei mais. Inclusive achei que nem haveria última rodada, o que eu não me importaria se acontecesse. Eu já aceitava o destino.

Não odeiem o Internacional

A torcida do Inter tem um grande coração. | Foto: UOL Sou torcedora do Internacional. Daquelas que amam o escudo e tem muito orgulho em defendê-lo. Sou daqueles torcedores apaixonados, que vivem intensamente o dia a dia do clube.  Este ano o Inter foi reduzido a pó, graças a aqueles que comandam o clube disfarçados de torcedores apaixonados. Eles quebraram o Inter, mancharam nossa história, não cansaram de dar vexame e diante do episódio mais trágico da história do futebol brasileiro, deram mais um. Foram insensíveis, desumanos. Eles, dirigentes. Nós torcedores não. 

Transformaram o Inter em uma máquina de nos decepcionar

Foi um ano duro para todos nós. | Foto: EFE Meus leitores são taxativos quanto a meus sumiços. Após a derrocada na Copa do Brasil, fui cobrada por não ter escrito uma frase sequer sobre o assunto, nem mesmo no twitter. A verdade é que foi difícil engolir mais um fracasso declarado. As palavras fugiram de mim e impossibilitaram minhas conclusões. Foram longos dias remoendo a situação trágica a que fomos apresentados, mas me recuperei, já que entendo que o futebol nos destrói se o deixarmos assim fazer.

Você conhece a torcida que ganha jogo?

Os céus abençoam nosso povo. | Foto: Idete Amorim São em momentos como este em que nós refletimos sobre a importância das torcidas em clubes de futebol. Elas são o pilar, o motivo, a razão, a circunstância, o que faz o futebol ser do tamanho que é. Algumas são maiores que outras, mais bonitas que outras, mas todas têm sua tradição e sua característica. Mas, você conhece a torcida que ganha jogo?